Há contextos em que tudo depende do que alguém diz — e do quanto se pode confiar nisso. Audiências judiciais, sindicâncias internas, negociações sigilosas, depoimentos em plenário do júri, entrevistas sob alta tensão.
Por décadas, esses momentos foram decididos pela impressão pessoal de quem ouvia. A pesquisa contemporânea demonstrou o que sempre se suspeitou: a intuição humana, sem método, não distingue de forma confiável a palavra verdadeira da falsa.
Trabalhamos no que está entre a percepção e a prova: método científico aplicado ao comportamento humano, em ambientes onde a decisão a ser tomada não admite improvisação.
DM
Dr. Dionísio F. D. Mata
Advogado sênior • Mestrando em Psicologia Criminal